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Até bem pouco tempo no Brasil, os pacientes que optavam ou necessariamente deveriam usar
próteses removíveis tinham como única opção as peças feitas em metal e resina epóxi ou ainda somente resina
epóxi nas peças provisórias. Tendo como incoveniente além da rigidez da peça, a liberação do monômero e o
aparecimento de reações alérgicas, que trazia desconforto e intolerância.
Com o aparecimento de uma matéria prima termoplástica, biocompatível, com propriedades físicas e estéticas
exclusivas, a FLEXITE veio ao encontro de suprir a necessidade de peças muito mais leves, inclusive derrubando
antigos paradoxos dos planejamentos com peças em metal e resina epóxi.
Isto beneficiou pacientes reumáticos, que geralmente desenvolviam intolerância aos materiais supracitados ou
que acabavam desenvolvendo problemas correlatos à enfermidade sistêmica, como por exemplo, as periodontoses,
devido ao uso de peças rígidas e pesadas.
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2005
Mulheres Dez
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