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por Dra. Liciane Bello
Enxertos ósseos: como, quando e porquê.
Na odontologia
moderna, a exigência estética deixou de ser mero capricho para
incorporar-se ao protocolo, principalmente frente aos tratamentos de
prótese fixa. Neste contexto, o cirurgião-dentista encontra inúmeras
dificuldades quando se trata de pacientes que perderam elementos
dentários tornando seu rebordo ósseo irregular ou reabsorvido. Com o
advento da enxertia as possibilidades de conjugar estética com
naturalidade aumentaram, elevando a auto-estima do paciente e
trazendo resultados muito próximos à perfeição.
Os enxertos ainda
têm um papel essencial principalmente na implantodontia, que até bem
pouco tempo atrás excluía os pacientes que devido ao longo período
sem os elementos dentários, tinham pouco rebordo ósseo
impossibilitando o tratamento.
Na odontologia
dispomos de diversas técnicas e tipos de osso, cada um com
indicações específicas. São eles os ossos autógenos, que são
retirados do próprio paciente em momentos cirúrgicos simples ou
complexos, da própria boca ou da região da bacia para enxertos
maiores, e são os que apresentam melhores resultados; os
liofilizados, que consiste em osso bovino e serve para pequenos
reparos; o osso heterógeno, que é osso humano manipulado para servir
em enxertos; e outros métodos comprovados cientificamente, mas que
são ainda proibitivos pela complexidade de eventos, como o método
desenvolvido dentro da Unicamp, em Campinas, que consiste na
colocação de “pastilhas ósseas” que estimulam uma nova formação de
tecido ósseo.
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2006
Mulheres Dez
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