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A ciurgiã-dentista
Dra. Liciane Bello falou sobre o consumo
de água mineral e seu impacto na saúde bucal
A falta de
controle na quantidade de flúor inserido na água mineral, pode
alterar os bons resultados conseguidos através da fluoretação da
água de consumo e seu impacto pode demorar algumas gerações para
que possa ser sentido em termos percentuais na população em geral.
Porém, o alerta para os consumidores deste tipo de água, fica por
conta da defasagem na quantidade de flúor que fica disponível no
meio bucal, fazendo com que os processos infecciosos de cárie
encontrem um meio propício para seu desenvolvimento.
A melhor
conduta é participar de programas preventivos clínicos de
fluorterapia para coibir o desenvolvimento de cáries, e deve ser
realizado em todas as faixas etárias, isto é, da pediatria à
geriatria.
Entenda
porquê:
O esmalte
é a substância mais mineralizada do nosso organismo. Estima-se que
96 a 98% seja composta por sais inorgânicos, e os outros 2 a 4 % ,
seja matéria orgânica e água.
Quando
nos alimentamos tornamos o meio bucal mais ácido, e através de
processos bioquímicos alguns elementos químicos são
solubilizados, dentre estes o flúor. Se houver flúor disponível
este processo retorna ao normal sem perda de substância dental. Porém
se não houver, a cárie começa a se instalar.
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2005
Mulheres Dez
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